Torcida do Sapão

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Portuguesa 2x0 Mogi Mirim - 11ª Rodada


A Portuguesa se impôs no início do jogo. Logo aos 14 minutos, Rondinelly levantou na área, o zagueiro Álvaro, do Mogi, desviou, e a bola sobrou limpa para Leandro abrir o placar. Após o lance, os jogadores do Sapão reclamaram de impedimento, porém o leve desvio de cabeça do defensor deixou o jogador da Lusa em posição legal. Lance complicado, mas o assistente Alexandre Basílio Vasconcelos, corretamente, validou o gol.

A Lusa recuou e, aos 27 minutos, o veterano e rodado atacante Fernando Baiano ficou com um rebote dentro da pequena área, mas errou o chute e Bryan evitou o empate.

O Mogi não conseguiu criar outras oportunidades, e a Portuguesa não se arriscou. Manteve a posse de bola e administrou o resultado até o final da primeira etapa.

O time do interior voltou melhor para o segundo tempo. Aos quatro minutos, Fernando Baiano recebeu cruzamento da direita e, dentro da pequena área, cabeceou para fora e perdeu ótima chance de empatar.
Mas a Lusa retomou as rédeas do jogo. Aos 19 minutos, armou uma blitz na área do Sapão. Wanderson cruzou da esquerda, Leandro bateu de primeira, Reynaldo espalmou e a bola bateu no travessão. No rebote, Henrique acertou a trave direita e zaga afastou.
Aos 35, em contra ataque, a equipe rubro-verde matou o jogo. Tony recebeu na ponta direita e rolou para trás. Wanderson dominou com categoria e bateu no ângulo de Reynaldo.
A Lusa, satisfeita com o placar, continuou esperando o Mogi Mirim, que pouco conseguiu criar.

Os dois times voltam a campo depois do Carnaval. Na quinta-feira, a Lusa vai ao Pacaembu para encarar o Palmeiras, às 19h30m. Já o Mogi, no mesmo dia, mas às 21h, recebe o Santos, no estádio Romildo Ferreira.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Mogi Mirim 0x1 Ituano - 10ª Rodada

Embalado desde que bateu o Paulista, por 3 a 2, pela quarta rodada, e ocupando a segunda colocação do Grupo B, o Galo de Itu entrou em campo neste sábado focado em manter a boa fase para, assim, garantir vaga na próxima fase da competição. O foco era tamanho que, em cinco minutos de bola rolando, a equipe de Itu teve três boas chances de inaugurar o placar no Romildão.
A primeira jogada, aos 2 minutos, Jean Carlos recebeu lançamento na área, driblou o goleiro Reynaldo, mas, na hora de finalizar, perdeu o ângulo e chutou a bola para fora. Em seguida, aos quatro minutos, foi a vez de Paulinho, pela direita, soltar uma bomba, que foi defendida pelo arqueiro do Sapão. Reynaldo ainda fez boa defesa após cobrança de escanteio e cabeceio certeiro de Anderson Salles.
O Sapão só foi responder aos 14 minutos, quando Vitinho recebeu a bola na intermediária e soltou uma bomba de perna esquerda. A bola saiu rasante e muito forte e assustou o goleiro Vagner. Mas parou por aí. Até o fim do primeiro tempo, só deu Ituano pressionando e armando boas jogadas, mas que não resultaram em gol porque os atacante falharam na pontaria.
Nos primeiros minutos da etapa complementar tudo indicava que Mogi havia voltado disposto a ter outro desempenho em campo. Nos segundo iniciais, Leonardo e Fernando Baiano armaram boa jogada pela esquerda e quase marcaram o primeiro gol na noite. Mas o chute foi fraco, sem força suficiente para mandar a bola para o fundo da rede.
A nova postura do Sapão não durou por muito tempo. Aos cinco minutos, Anderson Salles, o zagueiro-artilheiro do Galo de Itu, na cobrança de falta pela lateral esquerda, bateu direto para o gol, com força e com curva, e a bola entrou no ângulo de Reynaldo: 1 a 0.
Para tentar reverter a situação, o técnico Aílton Silva apostou no pentacampeão Rivaldo, que entrou em campo aos 14 minutos da etapa complementar, mas o jogador, sem ritmo de jogo, pouco pôde fazer pelo Sapão. Já o seu filho, Rivaldinho, que também entrou no segundo tempo, tentou ajudar a equipe e conseguiu armar duas jogadas de perigo, pressionando o Galo pelo empate.
O Ituano, porém, soube se segurar com tranquilidade, ainda encontrou algumas oportunidades para ampliar nos contra-ataques, mas o jogo teminou mesmo com a vitória do Galo de Itu por 1 a 0.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Mogi Mirim 1x1 XV de Piracicaba - 9ª Rodada


Ailton Silva surpreendeu na formação do Mogi Mirim e entrou com três atacantes. Entre eles, Rivaldinho. Serginho e Magrão, de volta após longo período de recuperação de uma lesão no tornozelo, completavam o trio ofensivo. Do lado do XV, a postura, mais do que a escalação, tinha um propósito oposto: priorizar a marcação.
Com o Nhô Quim fechado e o Mogi sem inspiração, o primeiro tempo foi sonolento. O Sapo foi quem mais buscou o gol, mas encontrou dificuldades de superar o ferrolho do XV, que, raramente, se arriscava do meio para a frente. O resultado foi uma etapa sem lances de perigo. Ninguém ameaçou o adversário. O Mogi por falta de poder de fogo. O XV por falta de iniciativa.
As emoções da partida ficaram reservadas para o segundo tempo. Com e sem a bola rolando. O primeiro aconteceu aos dez minutos, quando Rivaldo deixou o banco de reservas para entrar e realizar o sonho de atuar ao lado do filho. A presença do pentacampeão em campo deu o toque de qualidade que faltava ao time para buscar a vitória.
Ainda assim, quem chegou primeiro com perigo foi o XV, com um chute de longe de Alan Bahia. Rivaldo, ao receber dentro da área, reclamou de toque de mão dentro da área. A arbitragem mandou seguir. Mas quando Serginho foi derrubado, Guilherme Ceretta de Lima marcou pênalti. Ao contrário da expectativa geral, Rivaldo não foi o responsável pela cobrança. A batida ficou a cargo de Elanardo, que, com muita categoria, abriu o placar, aos 23 minutos.
O jogo estava sob controle do Mogi até os 42 minutos, quando Cafu achou Breitner na área. O meia fintou Reynaldo e bateu para empatar. O gol deixou o Mogi sem força de reagir e deixou o XV satisfeito com o placar.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Botafogo 3x1 Mogi Mirim - 8ª Rodada

O primeiro tempo do Botafogo não foi de encher os olhos. Um empate já seria lucro. Se por um lado tinha mais posse de bola e mostrava mais consistência tática, por outro as melhores oportunidades foram do Mogi. Não fosse a trave, o Sapão iria para o intervalo em vantagem.
Primeiro, Fernando Baiano acertou o travessão em cabeçada. Depois, Ratinho, em linda tabela com Serginho, concluiu forte dentro da área, Gilvan espalmou no susto, e a bola ainda tocou na trave antes de a defesa do Bota afastar o perigo.
A estratégia do Mogi em sair no contra-ataque estava desenhada, mas não contava com uma falha do goleiro Reynaldo. Em cruzamento da direita, ele saiu mal do gol e soltou a bola no meio da área. Wellington Bruno aproveitou a sobra e abriu o placar, aos 34 minutos. Foi o único ataque efetivo do Bota. Por sorte e por eficiência, não precisou mais.
Se faltaram lances perigosos na etapa inicial por parte do Botafogo, o segundo tempo, principalmente no começo, foi o oposto. O que se viu foi um verdadeiro bombardeio tricolor.  Reynaldo foi ainda mais exigido. Não fosse por uma saída errada, teria se redimido. Mas após fazer duas intervenções complicadas, ele trombou com a zaga do Mogi e deixou o gol vazio para Hudson empurrar para as redes e ampliar, aos seis minutos.
Com a vantagem no placar, o Botafogo cozinhou o Mogi. Rodou a bola até encontrar os espaços. Poderia ter goleado, mas parou em Reynaldo. Uma, duas, três vezes. O domínio proporcionou o Pantera insistir até encontrar o terceiro gol. E desta vez sem culpa de Reynaldo. Em cobrança de falta, Mike desviou de cabeça na primeira trave para marcar.
O Mogi, por sua vez, estava entregue. Sem poder de fogo na frente e desorganizado na defesa. O único momento de lucidez aconteceu com dois jogadores que entraram na etapa final. Everton Sena ajeitou de calcanhar para Rivaldinho bater firme e descontar. Com 3 a 1 na frente, o Botafogo preferiu não correr nenhum risco e recuou para administrar a vitória.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Mogi Mirim 1x1 Corinthians - 7ª Rodada

A maior inovação do Corinthians no primeiro tempo foi a camisa amarela, que estreou neste domingo em homenagem à Copa do Mundo no Brasil. Os homens que a vestiram, porém, voltaram a apresentar sérias dificuldades na criação de jogadas ofensivas. Mais dinâmicos, Romarinho e Emerson até trocaram alguns passes e se entenderam bem - o primeiro, inclusive, quase marcou de letra na melhor chance que o time teve. Mas tudo não passou de um lampejo.

O Mogi teve maior volume de jogo, com os rápidos Elanardo e Serginho dando suporte ao veterano Fernando Baiano, estreante da noite. Em um camarote, o presidente e ainda jogador Rivaldo aplaudiu cada tentativa do reforço. Nas jogadas aéreas, o Sapão se aproveitou da falta de comunicação dos defensores corintianos.

Na falha mais grave, ninguém subiu para conter a cabeçada do zagueiro Mirita após cobrança de escanteio. Aos 37, ele fez 1 a 0 para o Mogi. A sorte do Corinthians é que o artilheiro da noite foi generoso: seis minutos depois, ele desviou um cruzamento de Uendel para as próprias redes. O empate não mascarou o fraco desempenho ofensivo do Timão – Ramírez e Zé Paulo definitivamente não são as soluções para a falta de criação.

As arquibancadas vazias só contribuíram para o clima morno da partida. Os corintianos, ressabiados, cantaram muito pouco e preferiram se concentrar nos protestos: “Ou joga por amor, ou joga por terror”, “Greve é o c...” e “Tem de ser homem para jogar no Coringão” foram as frases escolhidas.

Cansado de sofrer com a inoperância de seu meio-campo, Mano Menezes resolveu abrir o jogo pelos lados, acionando os ofensivos Fagner e Uendel pelas laterais. O toque de bola mais preciso abriu espaços na fraca defesa do Mogi Mirim, mas o Corinthians abusou dos gols perdidos. A falta de pontaria pode até passar pelos treinamentos de Mano, mas passa muito mais pela péssima fase que alguns vivem desde o ano passado.
As entradas de Guerrero e Danilo deixaram o Timão mais agudo, e o Mogi ficou na dele, tentando se defender em busca de um contra-ataque. Romarinho foi quem mais tentou, e quase marcou para o Timão num chute que acertou a trave, após cruzamento de Uendel. Mirita, personagem do jogo, ainda foi expulso aos 41, por falta violenta em Emerson.
A pontaria é o principal problema a ser resolvido por Mano Menezes. A uma semana de um clássico com o Palmeiras, a melhora no fundamento será determinante para que a crise não tome proporções ainda maiores no Parque São Jorge.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Mogi Mirim 3x1 Audax São Paulo - 6ª Rodada

O confronto entre dois dos destaques do Campeonato Paulista começou favorável ao Audax. Ajudado por falha de Mirita, Caion quase abriu o placar aos cinco minutos, mas parou em defesa de Reynaldo, cara a cara. O susto serviu para acordar o Mogi Mirim de uma vez. Tanto que, na primeira chance que teve para finalizar, Serginho não desperdiçou. O camisa 11 completou de primeira um chute cruzado de Ratinho e colocou os donos da casa na frente.
O domínio do Mogi cresceu a partir da abertura do placar. Sob olhares do pai, Rivaldinho coemçou a se soltar e participar mais dos lances do ataque. Mas a noite era mesmo de Serginho, que marcou até mesmo quando não teve a intenção de chutar. Ao tentar cruzamento rasteiro aos 16 minutos, o atacante contou com desvio de João Paulo para enganar Felipe Alves.
A atuação do Mogi era consistente, assim como a do Audax decepcionava. Fernando Diniz, irritado com a falta de ambição da equipe, fez duas substituições logo no primeiro tempo. Thiago Silvy e Didi, porém, não fizeram diferença nos lugares de Caion e Nenê Bonilha. As melhores chances seguiram do lado do Sapo, que só não ampliou pela imprecisão nos chutes de Leonardo e Morato.
A aplicação tática do Mogi Mirim seguiu superior à intensa movimentação do Audax. Fernando Diniz apostou em um time de mais toque de bola a partir da entrada do meia Nadson, enquanto Ailton Silva congestionou mais o meio-campo, ao tirar Rivaldinho do ataque e apostar na cadência de Everton Heleno. As modificações se anularam, mas isso não significa que não houve chances de mudar o placar.
A maior delas foi desperdiçada pelos visitantes. O árbitro vê mão na bola de Everton Sena em jogada com Thiago Silvy. O próprio atacante cobra com força no canto direito, mas Reynaldo espalma com agilidade. O lance elevou o moral dos donos da casa, mas a comissão técnica não soube aproveitar. Em vez de manter a bola sob seu domínio, preferiu colocar mais um volante (Everton Sena) para se defender.
O castigo veio na sequência, quando Velicka aproveitou rebote de Reynaldo, após cabeçada de Thiago Silvy, e balançou as redes. A pressão do Audax continuou, mas sem eficiência. A defesa do Mogi afastou todos os cruzamento e evitou a aproximação do adversário, suficiente para garantir a vitória. No fim, a entrada de Sena colaborou. Mesmo volante, ele apareceu na frente para concluir contra-ataque puxado por Magal e garantir a vitória.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Penapolense 2x1 Mogi Mirim - 5ª Rodada

Apesar do Penapolense ter mais posse de bola, as melhores chances eram do Mogi. Com Rivaldinho no ataque, o Sapo chegava com velocidade. E o filho do pentacampeão tinha participação efetiva nas jogadas ofensivas. Foi de um chute dele que Morato pegou o rebote, fintou o goleiro, mas mandou para fora.
Na sequência, Rivaldinho encontrou Everton Heleno livre na área, mas o volante bateu para fora. Aos 22 minutos, foi a vez de o próprio Rivaldinho desperdiçar uma boa oportunidade. E que oportunidade. Sozinho na entrada da pequena área, ele mandou por cima ao completar de primeira um cruzamento da esquerda.
Os erros custaram caro ao Mogi. Na primeira vez que chegou com perigo, o Penapolense guardou. Petros cruzou, e Alexandro se esticou todo para marcar. O Mogi ainda acertou o travessão com Morato antes de o CAP ampliar, aos 45 minutos, novamente com Alexandro, que, bem posicionado, recebeu na segunda trave, deixou Fábio Sanches no chão e estufou as redes, com Reynaldo já batido no lance.
Para o segundo tempo, as estratégias dos times eram claras. E opostas. Enquanto o Mogi se lançou de vez ao ataque, o Penapolense se fechou para apostar no contra-ataque. Rafael Ratão, em arrancada pela direita, parou em Reynaldo.
Rivaldinho, então, se redimiu. Aos 15 minutos, dominou com estilo na grande área e soltou a bomba de direita para diminuir. O gol animou o Mogi, que pressionou em busca do empate. Rivaldinho era quem mais buscava o jogo e chegou a assustar em chute cruzado. Do outro lado, o Penapolense só não definiu a parada antes do apito final porque Reynaldo não deixou. Mas as defesas do goleiro do Mogi não fizeram falta para o CAP. Pelo menos não neste jogo.